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sábado, 20 de agosto de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Dificuldades de viver sozinha...
Sim, que isto de viver sozinha não tem só vantagens...!Hoje bem que me tinha dado jeito poder dizer a alguém: "Podes trazer-me uma toalha de banho por favor?".
Pûs a máquina a lavar roupa logo de manhã, tirei as toalhas para lavar e esqueci-me de as repôr na altura, o que deu nisto... quando estava a terminar o banho, olho para o toalheiro e toalhas népia! Toda eu pingava e ir até ao roupeiro com o cabelo a escorrer água, não ía ser fácil. Olhei para o rolo de papel higiénico e pensei "nem com dois rolos eu resolvo isto...!". Olhei novamente à volta e vai de desenrascar de outra forma: abri o cesto da roupa, escolhi uma peça de roupa que me pareceu mais "absorvente" e vai de me limpar a uma camisola de pijama de algodão! Tipo "pessoal das barracas" que se limpam a qualquer coisa?! ...assim estava eu. Pelo menos deu para tirar o excesso de água para conseguir ir até ao roupeiro... mas que me dava jeito ter alguém por perto, dava!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
De volta...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Sabedoria...
Sabedoria... a melhor coisa que a idade nos dá. Com o passar dos anos temos a vantagem de nos podermos tornar mais sábios, e digo "podermos" porque nem todos aproveitamos a experiência da vida para aprender qualquer coisa. A sabedoria não é apenas conhecimento científico e sinónimo de muito estudo, refiro-me a uma sabedoria pessoal, a um aprender do "saber viver". Ter sabedoria para perceber o que é realmente importante e tem valor. Ter sabedoria para ser tolerante, compreensivo e alegre. Ter sabedoria para ultrapassar obstáculos, para ser paciente, para saber esperar, para saber ouvir, para saber dar tempo, para saber ser persistente quando necessário, para saber esperar pelo timing certo, para saber, saber e saber... Saber destinguir o que é verdadeiro do que é fingido, o que é certo do errado, o que é importante do que é supérfulo. Sim, porque nem tudo o que parece é. E também as pessoas nem sempre são o que querem mostrar ser. Esta sabedoria, conseguida com a experiência da vida, para além de alguma felicidade também nos dá muita tranquilidade e tornamo-nos, sem dúvida, mais selectivos. Selectivos com as escolhas que fazemos, com aquilo a que queremos efectivamente dedicar tempo. Porque efectivamente não vale a pena perder tempo com conversas fúteis, com falsos problemas, com questões recorrentes, com falsas questões ou rotinas doentias. De tudo isso quero distância. Quero proximidade de alegrias, de reconhecimento, de verdades, de sentimentos puros, da simplicidade verdadeira, enfim... da essencência dos outros. E no fim agradecer... sim, porque devemos de agradecer a Ele tudo o que nos dá e tudo aquilo que nos deixou de dar, porque tudo terá sido por alguma razão.sexta-feira, 8 de abril de 2011
Ser feliz...
Há sempre motivos para estar triste. Cabe-nos a nós inverter essa tendência. A melhor estratégia é aceitar as coisas como são. Continuar a viver e dar permissão a que novos sentimentos entrem na nossa vida. Se pensarmos na desgraça que há pelo mundo, conseguimos concluir que milhões de pessoas seriam felizes com os nossos problemas. Que razão temos nós para o não ser?! Aqui e agora...
quarta-feira, 2 de março de 2011
... com o tempo
E o que mudou em mim durante este tempo?Com o tempo...
Fiquei mais velha
Mas sinto-me mais nova!
Estou mais magra
O que me dá mais energia
Tenho o cabelo mais curto e mais escuro
O que me faz sentir mais original
Acabei a minha pós-graduação
O que me orgulha e... dá conhecimento
Vi partir pessoas importantes
O que me deixa saudades
Li alguns livros
Que permitiram descobrir o meu lado espiritual
Afinal... com o tempo
Fiquei mais perto de mim.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sábado, 5 de julho de 2008
Ai eu!
Não tenho andado nada bem, como já devem calcular... E já começo a ficar preocupada comigo mesma! Há vários sinais de que as coisas não estão bem, como:- sair de casa e voltar atrás para ver se desliguei o gás, depois tornar a voltar a ver se a varanda ficou fechada...
- só ao fim de 10 minutos a olhar para a televisão me apercebo que não é aquele programa que quero ver...
- tenho 4 livros na mesinha de cabeceira marcados nas primeiras 40 páginas e só me apetece ler revistas côr de rosa...
- trago um cd no carro com apenas duas faixas há quase uma semana e ainda não senti necessidade de pôr outro...
- estaciono e volto atrás para ver se o carro ficou trancado em 40% das vezes...
- tenho 6 pastas de dentes na despensa e o papel higiénico está a acabar...
- de manhã sou surpreendida pela chávena de chá que me esqueci de beber à noite...
- e...
Há sinais que não devemos ignorar... ai eu!
sábado, 31 de maio de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Abrigada...
As vozes dos outros não me chegam
As palavras que me dizem são mudas
Os problemas que me contam perdem-se no ar
A minha boa disposição ensurdeceu-me
Tudo me passa ao lado
Nada me atinge
E só penso em estar comigo
Abrigada do mundo
Abrigada de ti
domingo, 6 de janeiro de 2008
Apontar o dedo...
"A culpa é tua, o problema está em ti e não neles!"
Mas pensando bem, se calhar era isso mesmo que eu precisava ouvir.
Se calhar tens razão, o mais provável é que o problema seja meu.
E nunca tinha pensado dessa forma. E tens razão, o problema só pode ser meu.
Entrei no fim-de-semana a pensar qual é então o meu problema. Hum... deixa cá ver?
Sim, porque já agora gostava ao menos de o identificar (digo apenas identificar porque acho muito sincerramente que não o vou resolver...).
Tal como te disse, pensei em colocar um post para efectuar uma sondagem e encontrar uma causa provável. Mas depois pensei: "Como é que pessoas que não me conhecem, que muito casualmente vêm a este "Lugar Comum" vão saber qual é o meu problema?"
E continuei na minha introspecção de fim-de-semana. Felizmente não precisei mais de que um dia para encontrar a resposta, que afinal de forma inconsciente já a conhecia. Mas sabes, há coisas difíceis de reconhecer...
E fica aqui a minha conclusão, que não é mais do que uma justificação para os meus "dissabores amorosos".
Na verdade só atrai-o ou deixo "aproximar" homens que nada têm a ver comigo pela simples razão que sei que a esses nunca me vou entregar, com esses nunca nada vai acontecer. É apenas mais uma forma que eu encontrei para "fugir ao amor". Esses não representam perigo, porque sei que nunca vão despertar em mim qualquer sentimento que os possa tornar em candidatos a partilhar a minha vida. Com esses permito que haja troca de olhares, troca de mensagens, brincadeiras, galanteios e aproximações. Com esses "casos" ensaio emoções que tenho medo de viver. Àqueles que para mim representam "perigo" por serem possíveis amores tudo lhes é negado. Não alimento uma troca de olhares, não respondo às mensagens, não entro em brincadeiras, não permito aproximações. E fujo... é mais fácil dizer que ainda não encontrei a pessoa certa!
E assim o que resta? Esta lista de "pretendentes" tão insólita! Que afinal é culpa minha, tal como dizes. Mais uma vez tens razão. É por isso que eu presto tanta atenção no que dizes, embora por vezes não pareça. És o homem mais sensato que conheço, tenho de admitir.
Mas depois desta conclusão, ainda assim fiquei a pensar...
E conclui que também há o inverso, o outro extremo. Quem se entregue de forma consciente e até voluntariosa a quem nada tem a ver apenas para garantir a "vivência de um amor". Quem permita a troca de olhares, mensagens e encontros para apenas realizar uma etapa da vida, uma "falsa" vida a dois. Que fica tão bem no enquadramento da sociedade e que permite fugir a uma vida de solidão (tal como eu fujo de uma vida a dois).
E fiquei a pensar... nenhuma destas situações é melhor que a outra. Ambas estão erradas...
Certo seria ir em busca e lutar por um amor verdadeiro, encher a vida de emoções e ter coragem de viver um amor intenso e partilhado. Afinal nestes dois casos há uma coisa em comum: a falta de coragem de viver um amor verdadeiro.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
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